A Tratore por aí:

Agora


Uma das grandes divas da MPB se encontra com uma das mais conhecidas bandas experimentais do país e o resultado é explosivo. O disco inaugura um novo tipo de entroncamento entre a eletrônica e MPB, intenso e dançante que foge do lounge e do drum`n bossa que pega o ouvinte pela orelha. Este é o quarto CD do Bojo e o quinto de Alcina.



Faixas (11)

1.
Kataflan

Autor: Bojo
Editora: Tratore


2.
Bate Balaio

Editora: Sony Music


3.
Pam-Pam-Pam

Editora: Tapajós (Emi)


4.
Tarja Preta / Fafá

Autor: Wado
Editora: Dubas


5.
Nervokalm

Autor: Bojo
Editora: Tratore


6.
Antes do Sangue

Autor: Bojo
Editora: Tratore


7.
Sangue Latino

Editora: Universal Music Publishing


8.
Agora

Autor: Bojo
Editora: Tratore


9.
Eu Dei

Editora: Irmãos Vitale


10.
Filho Maravilha

Editora: Musisom


11.
Ora Veja

Autor: Bojo
Editora: Tratore



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Resenhas
Positivas (14)
cabaré-eletrônico

Eu já gostava de Tarja Preta na versão do Wado, mas agora gosto ainda mais da música. A versão do Bojo+Maria Alcina ficou insuperável. Muito boa também a versão de Eu Dei (com um clima meio cabaré-eletrônico).

por Taw em 08/10/2004
putz

Olha, pra não puxar saco de ninguém só vou falar uma coisa: os caras são foda. Ouçam o baixo que o Du fez para o Cataflam. E os Vocoders do Bussab? Aquela introdução do Nervokalm com o instrumento de nome impronunciável do Kuki... e o Fê... bom, o Fê é a cozinha e a copa juntas. Agora, a Maria Alcina é tudo. No show então, pelamordedeus! Comprem e ouçam e ouçam e ouçam e ouçam...

por Piero Damiani em 16/10/2004
Maria Alcina:nós gostamos de você

Melhor que assistir ao retorno da grande Maria Alcina, é vê-la ao lado deste grupo fantástico, que já tem carreira consolidada na praia da música eletrônica. O mais impressionante deste feliz encontro, no entanto, é como duas vertentes tão distintas conseguem um resultado coeso e vigoroso, mantendo, cada uma sua individualidade. Mesmo nos óbvios hits Eu Dei e Fio Maravilha, o resultado soa diferente, mais rico e inventivo. O disco, que tem duas faixas com nome de remédio (Kataflan e Nervokalm), funciona muito bem como antídoto para a pasmaceira que rola por aí. Bravo, Maria. Salve, Bojo.

por João Batista Rodrigues em 17/10/2004
vovó maravilha

trabalho conceitual desta surpreendente cantora com a turma eletrônica do bojo. músicas inéditas do grupo lado a lado com revisões de sucessos de alcina como "fio maravilha", "sangue latino" e "eu dei".

por jeferson garcia em 18/10/2004
O verdadeiro Grande Encontro

A Maria Alcina todo mundo conhece: é aquela careca que mandava o seu delegado prender o Tadeu porque ele tinha pego a irmã dela e crau, em algum ponto dos anos 80. O Bojo já é mais sub-reptício: é um combo mpbeletrônico que existe desde 98 e disponibiliza todos os seus discos em mp3 no www.bojo.net . Pois não é que o encontro dos dois resultou num disco bem massa? São 11 musiquinhas, desde versões que injetam testosterona em temas batidos, como "Filho Maravilha", do Jorge Ben, que virou um tech-house, até composições próprias com um cacoete de clássicas, como "Kataflan" e "Nervokalm". Pra completar, ainda tem a versão de "Sangue Latino" que o Portishead sempre sonhou gravar.

por marcelo firpo em 22/10/2004
Bojo e Maria Alcina - Agora

Quatro rapazes de uma cidade uns 120º a oeste de Liverpool, acompanhados de uma cantora extravagante, forte, a vontade, luxuosa, simples, alegre. Aqui não é o pop instrumental do Bojo. A propósito, instrumental, hoje, quer dizer o quê? Mas tá tudo lá também. Uma coisa é como a Maria Alcina parece cantar com o Bojo desde que nasceu. Outra coisa é como é que eu posso resenhar este CD sem a capa? Perdi de tanto que o CD rodou prá lá e pra cá. Aum... bom... Tem "Cobra Rei" e outras músicas COM LETRA.... DO PRÓPRIO BOJO !!!. Ééééé... meu amigo, você não esperava por isso. É melhor você parar o que está fazendo e ir escutar este CD..... a-g-o-r-a.

por Luciano Pessoa em 25/10/2004
Sem Contradição

Sem nenhuma contradição o grupo Bojo resucita a grande cantora Maria Alcina. Para muito Maria Alcina era a jurada espalhafatosa do Silvio Santo, no entanto com esta tralablho uma nova geração pode conhecer a Maria Alcina que canta pra caramba.

por Rogério Augusto de Oliveira em 29/10/2004
Vocoders e atitude de palco

Como apresentado ao vivo, o CD agora chacoalha os esqueletos dos ouvintes por seu swingue e bom gosto. Maria Alcina tem o poder de hipnotizar com sua voz grave e peculiar. O Bojo continua sendo a banda de maior personalidade na música eletronica brasileira. Grandes vocoders de Mauricio Bussab !

por arthur joly em 30/10/2004
antologia agora

Momento antologico na cena brasileira. Mugomango e Elza, e "Agora" Bojo e Maria Alcina. Alucina no palco. Artista genial, comanda o astral e manda ver na cantoria. Muita presença de voz e performance. "Kataflan" é de arrepiar. O disco tem uma produção impecavél mesmo. O baixo do Du, e as bateras do Kuki fazem a cozinha perfeita!

por Marcelo Ozorio em 21/01/2005
bojo na cabeça

Disquinho maniero, pena que não é duplo esse Bojo e Maria Alcina não vem pra revolucionar nada, mas contribui com músicaleve e de qaulidade diversão garantida

por adalberto henrique castelo branco rabelo filho em 02/09/2005
Surpreendente

Com esse disco a gente percebe a falta que Maria Alcina fez. Conhecida pelas participações no programa do Silvio Santos e músicas de duplo sentido, ela mostra aqui o que já acenava no iniciuo da carreira: é uma cantora singular e ótima. O encontro com o Bojo foi muito bom, tanto nas regravações quanto nas inéditas. Esses dois são tarja preta, remédio forte!

por Beto Feitosa em 04/08/2005
Já!

O Bojo é um grupo experimental que se difere muito do padrão dos outros instrumentais brasileiros. Mesmo não sendo um conjunto de rock ou de eletrônico, o Bojo acaba usando os dois como meio para construção das suas músicas. O grupo se juntou com a diva esquecida Maria Alcina para criar um disco mais que especial. Entre composições próprias e versões inusitadas de Wado, Secos & Molhados, João Bosco e até Ary Barroso, esse excelente disco é um show do começo ao fim. O destaque fica para a ousadia do grupo que muda as bases originais sem questão de deixá-las sempre paupáveis, coisa de quem não tem medo de errar ou de não fazer música de fácil absorção.

por Jairo Francisco de Souza em 05/08/2005
MAB digamos

Musica Alternativa BRasileira, que chamo isso, de base samba,mpb, mistura som bem diferentes,muito legal, com uns vocais bem diferentes, vale a pena vc escutar, dá pra ter varias ideias, e curtir.

por Victor Leal Pontes em 11/08/2005
EXPLOSIVO

ADOREI, este disco é o máximo. E pra variar MARIA ALCINA arrebentou.

por Thiago Leite da Costa Matos em 26/08/2005
Negativas (0)

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Ficha técnica
Artistas principais
Ano
2003
Lançamento
28/10/2003
Gênero
Eletrônico
Código do catálogo
ODD 029
Código do produto
7898369061311
Selo
Outros Discos
Formato
CD Simples
Perfil dos artistas
Bojo
Origem
São Paulo, SP
Site
http://www.bojo.net

Maria Alcina
Origem
São Paulo, SP

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