A Tratore por aí:

Nada de Novo


O septeto adolescente Mombojó crava mais um degrau na escalada, com seu surpreendente disco de estréia, Nadadenovo. Na ativa desde 2000, o grupo não faz muita distinção entre gêneros musicais, formatos pré-estabelecidos de canção e jam sessions. Na mistura, reggae, MPB, pós-rock, indie rock, dub, samba. É nesse mix sonoro que Nadadenovo se move - refrões inesperados, andamentos chapados, grooves cuja malemolência tende à paranóia ou à anestesia química. Efeitos sonoros se confundem com dramas amorosos, graves espetaculares chocam-se improvisos jazzísticos, cada músico indo para um lado, e é ju



Faixas (15)

1.
Cabidela

Autor: China, Felipe S
Editora: Tapajós (Emi)/Tratore


2.
Deixe-se Acreditar

Editora: Tapajós (Emi)/Tratore


3.
Nem Parece

Editora: Tratore


4.
Discurso Burocrático

Autor: Felipe S
Editora: Tratore


5.
A Missa

Editora: Tratore


6.
Absorva

Editora: Tratore


7.
O Céu, o Sol e o Mar

Autor: China, Felipe S
Editora: Tapajós (Emi)/Tratore


8.
Adelaide

Editora: Tapajós (Emi)/Tratore


9.
Duas Cores

Autor: Felipe S
Editora: Tratore


10.
Estático

Autor: China, Felipe S
Editora: Tapajós (Emi)/Tratore


11.
Merda

Editora: Tratore


12.
Splash Shine

Editora: Tratore


13.
Faaca

Editora: Tratore


14.
Baú

Editora: Tratore


15.
Container

Autor: Felipe S
Editora: Tratore



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Resenhas
Positivas (22)
O novo está no velho!!!!

Essa gurizada ainda vai dar o que falar... são muito bons pois já saíram admitindo em seu primeiro CD que buscam nas melhores criações da música seus referenciais e fazem coisas boas. Mombojó ao ser escutado, sempre lembra algum outro som que você já escutou na vida. O estilo demonstra uma conotação nova nordestina, que encanta Brasileiros. Autênticos e reverentes, indefinidos como o nome.

por Tiago Martinelli em 08/10/2004
Poesia Buarquiana e Mangue

É tomando conhecimento de trabalhos como o do Mombojó que, de fato, notamos o quanto o universo independente está preste a engolir o espaço metafísico das grandes gravadoras - principalmente se levarmos em conta a qualidade artística destas novas produções tidas outrora como amadoras. "Nada de Novo" é um disco impressionantemente bem produzido e com canções que remetem levemente à sonoridade dos conterrâneos do Mundo Livre S/A. E não pára por aí. Faixas como "Deixe-se Acreditar", "Nem Parece", "Estático" e "Splash Shine" mostram o quão longe o caráter inventivo dos rapazes pode chegar. Sabe essa coisa de marca registrada? Pois então. Mombojó é isso: uma mistura que resulta em boa música para ecoar e representar uma nova geração de brasilidade por todo o país e, quem sabe, o exterior.

por Rodrigo Lemos em 20/10/2004
Manancial inesgotável

Mais um feliz lançamento da revista Outra Coisa, editada pelo Lobão e que tem trazido novos nomes de peso para a cena musical brasileira. Trata-se de mais um eco, distante e com vida própria, do chamado mangue-beat. É impressionante observar como esta centelha, lançada já há tanto tempo no Recife, ainda pode se desdobrar e se reinventar, indefinidamente. Neste caso a banda traz um som forte, criativo, com letras bem elaboradas, batidas pesadas e outras nem tanto, mas sempre com muita identidade própria. E assim é que evolui a música deste país.

por João Batista Rodrigues em 20/10/2004
Nada de novo?

Tem gente que acha eles meio parecidos com mundo livre s/a. Outros, com Los Hermanos. Já eu acho que eles soam como Mombojó, e isso é o melhor elogio que eu poderia fazer à banda. É um bando de piás lançando um disco de gente grande, mais um tijolinho nessa muralha que protege a cena recifense de todas a mediocridade que grassa pelo resto do país. Harmonias bem trabalhadas, timbres incomuns, umas variações de ritmo que são quase uma afronta e penso, muito penso, em cada detalhe. O hit "A Missa" se destaca naturalmente, mas tem umas três ou quatro muito boas no meio.

por marcelo firpo em 22/10/2004

Sem duvidas a melhor banda de 2004. Meu Deus, oq é aquilo, faz lembrar a destreza do mundo livre, Tom Zé, Roberto Carlos... Não paro de ouvir desde que conheci, todos os dias para ser mais concreto. Mulecada do caralho...

por reinaldo rodrigo novo em 23/10/2004
O mangue da seus frutos

Os manguezais são considerados os bersários da vida marinha. Recife, famoso por seu mangue, sempre nos brindando com suas riquezas musicais. É o bersário de ótimos músicos, como os que formam Mombojó. Mais uma escolha acertada do Lobão e sua trupe!

por Lívia Emy Fukuda em 23/10/2004
salve salve

Finalmente uma banda que, seguindo os passos de grandes grupos como picassos falsos e novos baianos tem o samba como referência mas não o idolatra como certos queridinhos da nova música brasileira(leia-se hermanos e afins),usa-o como base e o subverte, mistura com dub, com rock, música brega.... está tudo lá , violão de 7 cordas, bateria a lá milton banana, letras tristonhas da bossa nova. revitalização é o mote desse cd!

por joão cassiano em 24/10/2004

todo músico tem sangue de bruxo correndo em suas veias. quando músicos se encontram, três coisas podem acontecer: - cópia do que já existe (MAIS DO MESMO) ; - brigas (NADA DE NADA) ; ou - sinergia (TUDO DE NOVO). No caso do Mombojó, o nome NADADENOVO é simplesmente modéstia dos integrantes. O som deles é um autêntico caldeirão de idéias, misturas que vão de Novos Baianos, Tom Zé, juntos com a leveza da bossa nova e as batidas fortes do punk. É o manguebit se reinventando!!

por André Panico em 29/10/2004
Mombojó - Nada de Novo - L & C Editora

Não tentem achar um mundo livre S.A no Mombojó e não se levem pelas diversas criticas que insistem em trocadilhos e dizem que não há nada de novo em Nadadenovo Cd de estréia da banda, como se a toda hora surgissem valores que "despretensiosamente" unam Rock, Eletrônica, Jazz, Samba, Bossa, Choro, guitarra, violão, escaleta, sampler, cavaco, flauta, baixo e bateria com qualidade, unidade e criatividade. Não são a tabua da salvação da nossa musica, mas estão longe de passarem desapercebidos o Mombojó é um dos mais ousados projetos musicais desse país seja por esse álbum ou pelo fato dele estar todo disponível para download gratuito em seu sitio. Letra embalada psicodélicamente com a intervenção de chamada de celular "Absorva" (vai me absorve que hoje eu quero ser só seu/me dissolve, me meche com a colher/não quero mais ser só/não quero mais ser seu só), as texturas e imagens de "Cabidela" e "Duas cores" (dai-me outra cor que não seja a do seu olhar dai-me outro amor que venha pra me pe

por Luciano Branco em 29/10/2004
Não é, mas é.

Um amigo meu me perguntou sobre o Mombojó e eu não consegui dizer o que era o som deles. "É samba ?" Não é, mas é. "É rock ?" Naõ é, mas é. "É lounge ? Não é, mas é. "É reggae, mpb, punk ?" Não é, mas é. O problema é que esse meu amigo é meio caretão, meio popzinho, meio "teleguiado" e isso o Mombojó, definitivamente, não é.

por Taw em 01/11/2004
boa estréia

A cena de recife é rica em diversidade musical. O mombojó acrescenta um pouco das trilhas de cinema nacional dos anos 70 com rock e eletrônica em vocais sem força (bossa nova ou fraqueza mesmo?) É um bom disco de estréia.

por Leonardo de Oliveira em 30/08/2005
Mistureba

O que falar de Mombojó se o título do Cd já diz toda sua contradição? Essa oposição entre o nome do cd " Nadadenovo" e seu conteúdo sintetiza tudo que o primeiro cd do Mombojó é, contraditório. Parece que ao ouvir se abre um universo que jorra vários tipos de músicas juntas, e o melhor uma mistura de qualidade. A voz um pouco calma demais de Felipe S junto com essa grande sopa musical se transforma na mistureba perfeita, sem tirar nem por. Eles conseguem ir do rock ao samba, da surf music ao rap sem perder o rebolado. São o exemplo que a diversidade ainda pode ser boa!

por Laura em 30/08/2005
Ta todo mundo dançando, eu também quero dançar...

Discassooooooooooooooo!! Há algo de novo e algo antigo. Grandes letras e belissimo instrumental. Quando você escuta sente milhares de bandas e artistas no som, mas eu acho que esse é o papel de "nada de novo". Não vou comparar com certos artistas que todos comparam. E sei sem dúvida que eles serão uma das maiores bandas desse país e que trará outros albuns incriveis como esse. "Quando a missa acontece ou quando vai acontecer"

por Emanuel ESS em 01/09/2005
tudodenovo

Um dos melhores Cds do ramo que já escutei em minha curta vida de 16 anos, simplesmente ótimo, esse é o futuro da nossa música nacional, não tem pra onde correr, o rock (ñ q eu não goste!!!) está perdendo o espaço, a parada é inovar, emo. que powrra é essa?!!!. vale muito apena pará e escutar essas banda, que ao meu v tá quase desbancando os consagrados dos Los Hermanos, juntamente com o Nação Zumbi....comparando-se ao Mundo Livre S.a, outra banda muito boa. Futuro Próspero!!

por silvan carlos em 13/09/2005
Mombojó

Estruturas experimentais e muitas texturas transformam o primeiro disco dessa banda em algo realmente imperdível. obviamente a influência de mangue-beat se mostra aqui, mas de maneira mais sutil desta vez. Várias linhas de flauta e algumas baterias que lembram o drum n bass são características desse interessante disco. Portishead é um influência clara dos garotos do norte!

por Thiago da Silva Corrêa em 14/09/2005
Pernambuco falanfo para o mundo

Quando Lenine escreveu a música " Pernambuco falando para o mundo", sabia exatamento o que dizia. Esse estado só dá alegrias...Nação Zumbi, Chico Science, Mundo Livre, Otto, Lenine e tantos outros que nem daria para listar. Agora Pernanbuco apronta mais uma, e das boas!! Me deparei com o Monbojó, que felicidade!!!! Música boa, letras simples e bem escritas, mistura de rítmos, batidas, sax, e uma voz suave no vocal. Mistura perfeita para uma banda de sucesso. Só posso dizer que o Monbojó chegou e vai com certeza ficar, assim como todos de Pernambuco...falando para o mundo e da melhor maneira, cantando ! Parabéns !

por Eliana Rosa Correia em 14/09/2005
A ciência desse lugar!

Mombojo way of music! A cada novo acorde, a cada novo compasso, um estranho descompasso marca a beleza desse CD. A cada quebra do teclado, somada a fúria da guitarra, mostra que Pernambuco não pára de cuspir carangueijos em direção ao topo do mundo musical. O calor das terras nordestinas parecem ferver os cérebros dos mombojanos, que, como quem perde o rumo num deserto, vagam pelo universo do sentimento transformado em acordes! A calma aliada ao desespero, sem falar da poesia expressa a cada dedada num baixo solto, marcado e arretado! Falta fôlego para acompanhar a fervorosidade de uma banda que, a cada vão minuto, encanta cada vez mais os ouvidos alheios. Fica apenas a impressão de que: Se você estiver na água, e não souber nadar, fique calmo, pois o Mombojó irá lhe atirar uma pedra, para você segurar....quem sabe assim ficamos cientes de onde é o nosso lugar!

por Leandrro Del Piccolo em 14/09/2005
Mangue, the next generation

Mombojó exploded in the Brazilian scene recently. Their debut CD moves mangue a little forward into the 21st century. They are already the next mangue generation, learning form their predecessors and incorporating new ideas.

por Paulo gomes pato em 16/09/2006
BOJÓ MOM

Esse disco são vários discos misturados. E todos muito bons. "Adelaide" vai da bossa nova à jovem guarda sem medo nenhum. E "Faaca" é romântica-tenebrosa na letra e épica no instrumental. Nunca pensei que um disco "com várias influências musicais" pudesse ser tão bom.

por JAKOB NOSTRI em 04/08/2005
tudo de novo... mas agora é NOVO

"A gente é a prova de que o manguebeat não morreu", disse o vocalista Felipe. O manguebeat pode não ter morrido, mas com certeza não é mais o mesmo. O Mombojó pegou a proposta de Chico Science e ZeroQuatro e elevou ao extremo. Misturou Nick Cave com Pixinguinha, Stereolab com Chico Buarque, Radiohead com João Gilberto e muito mais. O interessante é perceber que todas as misturas das músicas podem ser ouvidas com muita naturalidade. "nadadenovo" não tem como proposta experimentar casamentos musicais. As músicas vão se criando e necessitam de novas roupagens meio que por vontade própria. É a velha estética do manguebeat: fazer música com o que capta a parabólica presa à lama. A diferença é que o Mombojó muda de estação a cada meio minuto...

por Jairo Francisco de Souza em 05/08/2005
Base Samba com rock!

Com uma puta base de samba, com ritimos brasileiros, mistura MPB com elementos eletronicos,com varios instrumentos,E letras ate pesadas as vezes. Uma banda que pode se denominar MAB, Musica Alternativa Brasileira.

por Victor Leal Pontes em 11/08/2005
TUDO DE NOVO...

Pensei que fosse mais uma banda de jovens intelectuais maduros demais pra idade.Pensei:tudo de novo...Porém ao ouvir este disco,vi que estava diante talvez nao de algo novo realmente mas um som que mistura muitos bons velhos e sempre renovados sons.O som dos caras vai de Los Hermanos a Stereolab embora eles nao admitam.Embora cool o disco é cheio de refroes que vao pegar,bossa nova,jazz e outras referencias mundiais.Um balaio eletronico no melhor dos sentidos.Ouça O Ceu,o sol e o mar e se deixer levar...

por Lennon Marques dos Santos em 25/08/2005
Negativas (1)
E aí?

Como toda banda de hype, o Mombojó merece uma audição tardia e cuidadosa. Foi o que fiz: dei um tempo da festa em cima da banda e fui procurar o disco. E não gostei. Não gostei porque é ranço de um monte de coisas, uma mistureba em que as partes acabam por não combinar exatamente. Tinha que ser algo novo? Não e realmente não é, mas dá pra ouvir muitos resquícios de coisas mais bem feitas nos quais eles beberam, como a Nação Zumbi, Otto, mundo livre e (talvez a mais injustiçada banda do mangue bit) Eddie. As músicas são pouco inspiradas, apesar de alguns bons momentos com sambinhas ao estilo do que o China (ex-Sheik Tosado) anda fazendo com mais naturalidade. Achei repetitivo e forçado.

por Luiz Velhinho em 06/09/2005

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Ficha técnica
Artistas principais
Ano
2004
Lançamento
24/05/2004
Gênero
Mangue
Código do catálogo
LEC 0001/04
Código do produto
7898283560549
Selo
L & C Editora
Formato
CD Simples
Perfil do artista
Agenda